Irregularidades no transporte escolar de Paulistas chegam agora ao Ministério Público, revela site
| Ônibus sucateados em pátio público em 2013 (Foto: Betto Ferreira) |
O portal
Aconteceu no Vale publicou em 1º de abril matéria sobre denúncias de irregularidades
nos ônibus escolares de Paulistas, assim como já fez o Paulistas em Foco em 2013.
De acordo com a publicação, as denúncias teriam sido apresentadas pela Câmara de vereadores a parir de informações de pais alunos e funcionários públicos.
De acordo com a publicação, as denúncias teriam sido apresentadas pela Câmara de vereadores a parir de informações de pais alunos e funcionários públicos.
Conforme as
denúncias de irregularidades apontadas pelos Vereadores, um dos veículos
é de 1986, mas estava identificado como sendo de 1988. “Esta é apenas uma das
irregularidades que encontramos nas ‘sucatas reformadas’ pela prefeitura”, disse
a vereadora Carla de Oliveira (DEM), que assumiu a presidência da Câmara em janeiro.
Os
vereadores suspeitam de alteração nos chassis para prolongar a vida útil dos
veículos, um deles fabricado em 1977, falta de tacógrafo e de superfaturamento
nas notas. Segundo contam, desde 2009 o município recebe, por meio de convênio
com o governo de Estado, verbas anuais para manutenção e custeio do transporte
escolar e notas teriam sido emitidas mesmo quando estavam interditados, sem
rodar.
Prazo
De acordo
ainda com a publicação, o prefeito Leandro Barroso (PSDB), que segundo afirmou o ministério
público, vem descumprindo liminares desde maio de 2012, tem dez dias para
explicar ao Ministério Público (MP) porque os escolares interditados pela
Justiça continuam em circulação. O prazo começou a contar desde o dia 28/03. M
promotora
O Outro lado
O diretor de
Transportes da Prefeitura, Luciano Costa, informou que existem dois laudos da
Polícia Civil atestando o bom estado dos ônibus e considera os documentos
suficientes para a liberação de frota. A documentação 2014, segundo ele, também
teria sido emitida pelo Detran.
Sobre as
reformas, o diretor disse que gastou cerca de R$ 215 mil nos serviços, todos
satisfatórios. “Não estou preocupado com denúncias. Isso é intriga da oposição,
briga política”, resumiu. Quanto à superlotação disse que não há data prevista
para a solução. “O município não tem dinheiro para adquirir ou alugar novos
veículos”, assegura.
Fonte: Aconteceu no Vale


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